Trabalhista

Empresa não filiada a sindicato pode funcionar sem acordo coletivo

portas abertas Um acordo coletivo que restringe o funcionamento de empresas não filiadas a sindicatos viola a liberdade de não associação determinada pela Constituição Federal, sendo, portanto, ilegal. Com esse entendimento, a 8ª Vara do Trabalho de Goiânia suspendeu, em decisão liminar, uma cláusula de convenção coletiva de trabalho que obrigava, na celebração […]

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Falta de lei impede Justiça de exigir vacina da Covid-19 em escola

Regulamento embaixo do braço A Subseção II Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou recurso do Ministério Público do Trabalho contra decisão que derrubou uma ordem judicial que obrigava uma escola de Recife a exigir comprovante de vacinação contra a Covid-19 de seus empregados. TST também salientou que alteração do

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Empresa não pode recusar atestado do SUS para dar justa causa

Conduta arbitrária A recusa de atestados médicos emitidos por instituições fora da ordem de preferência adotada internamente pela empresa, com prioridade para o convênio oferecido aos empregados, evidencia a existência de uma política interna arbitrária, em desacordo com a finalidade protetiva da legislação trabalhista. Juíza reverteu dispensa por justa causa e determinou pagamento

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Ausência de subordinação impede reconhecimento de vínculo

entre colegas A 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) negou o reconhecimento de vínculo de emprego pleiteado por um vigia de rua com um colega que ele apontou como contratante. A decisão confirma sentença da juíza Luisa Rumi Steinbruch, da 10ª Vara do Trabalho de Porto Alegre. Critérios da pessoalidade

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Empresa não é responsável por acidente decorrente de mal súbito

coisas da vida O mal súbito é causa alheia ao trabalho, sendo imprevisível e irresistível, o que afasta o nexo de causalidade necessário à responsabilização da empregadora. TRT-15 rejeitou o recurso de empregado que sofreu mal súbito e acidente de trabalho Com base nesse entendimento, a 8ª Câmara do Tribunal Regional do Trabalho

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Mera presença de câmeras em vestiário constrange e gera danos morais

Big Brother A 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou um frigorífico a pagar indenização de R$ 15 mil a um operador de máquinas que se sentiu constrangido com a instalação de câmeras de vigilância no vestiário masculino. De acordo com a jurisprudência da corte, a medida causa constrangimento e viola a

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